quarta-feira, 4 de julho de 2007

Queques de farinha de arroz

Hoje ando de “birra”. Pronto! Nada a fazer.
Fechei o escritório e vim para casa. (Acho que foi por causa da impressora que avariou e me deixou “com uns nervos”... fiz "beicinho" e tudo!!! :D :D).

Estava eu nas minhas viagens “catárticas” pelos blogs de culinária quando me lembrei que a minha querida amiga Risonha tinha feito uns “fabulásticos” queques de farinha de arroz que me deixou com os olhos “em bico” e que teve o mesmo efeito com o meu marido.
Por isso, meti mãos à obra e digo-vos que metade da “neura” já foi. Fiz estes queques em tão pouco tempo, e ainda trago o cheirinho na cozinha.
Risonha , “moça marafada”, alguém já te disse que as tuas receitas tiram a “birra”?
Olha, foi o que me aconteceu. ;)

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Queques de farinha de arroz


100gr de farinha de arroz
2 colheres de chá de fermento
120gr de açucar
2 colheres de sopa de manteiga
4 ovos
1 colher de chá mal cheia de aroma de baunilha (líquido)
forminhas de papel plissado

Aquecer o forno a 160º. Numa tigela colocar a farinha, o fermento, o açucar, o aroma de baunilha e os ovos. Mexer com a colher de pau para envolver. Por fim juntar a manteiga derretida e mexer energicamente de modo a que fique uma massa homogénea.Colocar a massa directamente nas forminhas de papel plissado, tendo o cuidado de não as encher demasiado. Levar ao forno até a massa estar douradinha (cerca de 12 minutos).

A receita é da Winnie mas tirei daqui .


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Courgettes recheadas

Do quintal dos meus sogros vieram umas courgettes gigantones (como lhes chamo). Tirei uma foto delas juntamente com o telemóvel para terem uma pequena noção dos seus tamanhos. A maior tem cerca de 38/40 cm e 32 de diâmetro. Mas são muito saborosas. Então como gosto imenso de courgettes e tinha umas “carnes” no frigorífico, aproveitei para fazer este prato que foi aprovada por todos.
Penso que courgette é abóbrinha no Brasil (Elvira, ajuda-me querida!).



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Courgettes recheadas

1 courgette grande
Restos de carnes
Azeitonas
½ pimento verde
Temperos a gosto: sal, pimenta, louro, mostarda e sumo de limão.

Lave e corte as courgettes a meio, retirando-lhes o miolo e reserve. Aproveite as carnes que tiver, triture-as no “1, 2, 3”. Misture-lhes azeitonas sem caroço e pimento cortado em cubinhos. Adicione o miolo da courgette também cortado em pedaços. Leve tudo a uma panela onde previamente refogou um pouco de cebola, alho e uma folha de louro. Tempere a gosto e deixe apurar os sabores. Recheie as courgettes com este preparado e leve ao forno a assar durante 30 minutos. Fica suculento e muito bom!
Normalmente coloca-se queijo mas como estou em dieta, aproveitei para fazer assim.

terça-feira, 3 de julho de 2007

Mousse de Maracujá com agár agár

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Ingredientes:

200 ml polpa maracujá
1 lata leite condensado magro
1 1/2 colheres sopa de agár agár
200 ml de água
2 pacotes natas light
6 colheres sopa de açúcar
3 colheres de sopa de chantilly em pó

Preparação

Coloca-se o agár agár numa panela com água para hidratar durante 15 minutos.
Bate-se as natas com o açúcar e o chantilly em pó até ficarem bem firmes. Reserva-se no frigorífico. Escorre-se a polpa de maracujá para dentro de um recipiente e retira-se algumas sementes. Mistura-se a este preparado o leite condensado batendo tudo no mixer. Leva-se o agár agár a ferver e quanto estiver dissolvido e com uma textura gelatinosa, retira-se do lume e deixa-se arrefecer um pouco. Adiciona-se de seguida ao leite condensado e ao maracujá. Quando estiver quase frio envolvem-se as natas.
Leva-se ao frigorífico para solidificar.
Serve-se bastante frio.

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Tinha de oferecer à minha convidada especial algo que fosse simultaneamente bom, original e “light” (para eu poder acompanhar a lambarice). Como tinha polpa de maracujá congelada, do aproveitamento dos maracujás do quintal dos meus sogros, pensei que era boa altura para fazer esta mousse. Normalmente leva 4 folhas de gelatina, mas como fiquei fã do agar agar substitui-as esta alga. Ficou uma mousse muito agradável, fresca e que rematou um almoço em honra da minha Lucy. É para ela que vai hoje este post.

Beijinhos

terça-feira, 26 de junho de 2007

Maçãs assadas com mel, nozes e amêndoas

Nunca tinha feito maçãs com canela, já que não sou apreciadora do gosto. Mas deve-me estar para acontecer alguma, pois hoje atrevi-me a colocar um pau de canela nas maçãs para assar e digo-vos que voltarei a repetir a experiência.
Bem… o xarope que fica depois de arrefecer é tão bom que custa ficar indiferente. O maridinho, que não come nada quente em sobremesas (ao contrário de mim que só gosto delas quentes ou mornas) hoje abriu excepção e aviou uma maçã, deixando a outra para o “lanchezinho” da noite e já piscou o olho ao gelado de morango que fiz há pouco tempo. Pouco guloso…
Desculpem o excesso das fotos, mas apesar da má qualidade das mesmas... achei-as tão lindas!

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3 maçãs
Mel, nozes e amêndoas a gosto.
3 paus de canela

Lave muito bem as maçãs e retire-lhes o caroço com a ajuda de uma faca ou um utensílio próprio. Coloque o pau de canela nesse buraco, e coloque para dentro o mel, assim como a amêndoa torrada e/ou nozes picadas. De seguida espalhe mel por cima e leve a forno quente a 180º.


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Dourada grelhada com mandioca e curgete assada em limão

Devo dizer que ando “numa onda” de experimentar coisas que nunca comi. Ontem foi inhame. Hoje mandioca. São muito idênticas quanto à textura e atrever-me-ia a dizer que o são também em relação ao sabor. Mas… se voltar a fazer é de outra forma. Talvez frita ou em jeito de puré a acompanhar carne picada bem temperada e picante. Se me servirem mandioca, eu como. Mas será coisa que voltarei a comprar ou comer… quando tiver saudades…

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1 dourada média
2 mandiocas médias
1 curgete média
1 limão médio


Depois de limpa de tripa e escamas, tempere a dourada com sal e deixe assim por meia hora para tomar gosto.
Descasque a mandioca, corte a meio e retire o talo duro do meio e corte em pedaços pequenos. Leve-a a cozer em água fervente com um pouco de sal até ficar macia.
Coloque a dourada a grelhar. Corte a curgete ao meio e tempere com sumo de limão, pouco sal e ervas aromáticas. Corte o limão em rodelas e corte estas rodelas a meio, intercalando as curgetes com as rodelas. Leve ao forno a assar até ficarem macias.

Confesso que sou "viciada" em limão e são poucas as comidas em que este fruto não "apareça"... desculpem o exagero de limão da receita e façam-na, por favor, ao vosso gosto.


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segunda-feira, 25 de junho de 2007

Bolo com recheio de ovos moles e amêndoa

A noite de S. João quer sardinhas e broa de milho. Mas há sempre aqueles gulosos que no final do repasto (bem regado) sempre gostam de um doce para acompanhar a jeropiga. Optei por fazer este bolo de manhã, coloquei-o no frigorífico até ao momento de sair de casa e foi um sucesso. Se o fizesse agora era capaz de o regar com uma calda de água, açúcar e limão com um gostinho de rum ou outro licor de forma a ficar mais húmido.
O amarelinho é autêntico: deve-se aos ovos caseiros!...

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Ingredientes:

Massa:
6 ovos
250 g de açúcar
150 g de farinha
50 g de fécula de batata
50 g de margarina
1 c sopa essência de laranja
1 c café de fermento em pó
Sumo e raspa de meia laranja

Recheio:
10 gemas
2 dl de água
200 g de açúcar
1 casca de limão

Modo de proceder:
Separe as gemas das claras. Bata as claras em castelo firme, com umas pedrinhas de sal, e no final adicione 2 colheres de sopa de açúcar. Bata as gemas com o açúcar restante e quando obter um creme esbranquiçado junte a margarina e o sumo e a raspa de meia laranja. Adicione a farinha em chuva com o fermento e envolva suavemente as claras. Leve ao forno , a 140º até estar cozido, em forma quadrada ou rectangular devidamente untada com banha e farinha.
Entretanto faça o recheio: separe as gemas das claras. Faça uma calda com o açúcar e a água, e deixe ferver durante 5 minutos. Um minuto antes deite a casca de limão e deixe ferver até ao final do tempo. Apague o lume e deixe a calda arrefecer um pouco.
Mexa as gemas suavemente para não levantar espuma, e adicione-lhes a calda de açúcar, em fio, de forma a que as gemas não cozam. Leve ao lume e deixe cozer até obter um creme espesso. Reserve.
Quando o bolo estiver cozido (espeta-se um palito e se sair seco está pronto), retira-se do forno e desenforma-se para cima de uma rede. Deixa-se arrefecer. Parta o bolo a meio, recheie as duas metades e polvilhe generosamente com amêndoa partida. Junte as duas metades barradas e proceda da mesma forma, barrando com doce de ovos e polvilhe com amêndoa.


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Ensopado de safio com inhame e quiabos

Foi a primeira vez que comi inhame. Devo dizer que gostei imenso do sabor. Em relação à textura, é muito semelhante à castanha cozida, e penso repetir em breve, desta vez frito ou em puré.
Quanto aos quiabos, devo dizer que não os dispenso neste tipo de pratos e gosto imenso da espécie de “gelatina” que deixam na boca. Como nasci em Angola, não dispenso o pirão nas caldeiradas ou ensopados e substituo sempre o pão do ensopado pelo pirão, que não é mais do que farinha cozida. Normalmente faço com farinha de milho branca, mas como só tinha da amarela, não teve qualquer problema (ficou mais macia, mas boa na mesma).

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Ingredientes:

4 postas de safio
1 cebola média
4 rodelas de alho francês
4 dentes de alho
5 quiabos
5 inhames
½ pimento vermelho
3 a 4 colheres de sopa de óleo de palma
3 colheres de sopa de farinha de milho
2 dl de água
2 piripiris em grão
Sal e azeite q.b.

Modo de proceder:

Pica-se a cebola grosseiramente e leva-se ao lume com azeite suficiente para fazer um refogado em conjunto com o alho francês. Depois de a cebola estar refogada, junta-se água e tempera-se com sal, ½ Knorr de peixe, e o piripiri. Quando levantar fervura, junta-se o óleo de palma, as postas de safio, o inhame descascado e cortado em bocados grandes, os quiabos previamente cortados longitudinalmente, o pimento e deixe ferver até o peixe e o inhame estar cozido (cerca de 12 a 15 minutos).
Como não tinha pão alentejano descongelado, fiz pirão, que é uma receita obrigatória para mim (normalmente só eu é que como, em minha casa) e que acompanha todos os pratos de peixe que levem molho. Leva-se 2 dl de água (aprox.) a ferver com sal e uma colher de sopa de azeite. Deita-se a farinha numa tigela e vai-se juntando a água aos poucos para não ganhar grumos. Quando estiver tudo dissolvido, volta à panela e deixa-se cozer a farinha, mexendo sempre e em lume brando. Eu deixei cozer pelo tempo necessário ao peixe.
Se não gostar de pirão use fatias de pão alentejano ou outro pão do mesmo género, colocando-as no fundo da travessa onde vai servir o prato.

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Pastelinhos de massa Brick com carne

Ando com uma preguiça colossal para a cozinha. E hoje não foi excepção. Tinha uma embalagem “quase esquecida” de folhas Brick no frigorífico e algum recheio de carne da lasanha de domingo.
Não é receita que se apresente… eu sei! Desculpem!!!

Mas é uma forma de “aviar” as sobras que teimam em ficar e são perfeitas aliadas a esta falta de disposição que se colou a mim para cozinhar. E digo-vos que cozinhar é uma das minhas paixões...
Como achei os pastelinhos tão lindos, resolvi publicar a receita.

Peço desculpa a qualidade das fotos, mas foram tiradas com o telemóvel.

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Massa:
Folhas Brick

Recheio:
Carnes diversas: frango, vaca, porco e salsichas brasileiras.
Pimentos cortados aos bocadinhos e salsa q.b.

Coloca-se o recheio a meio de cada folha, e fecha-se com um fio de cozinha.
Leva-se a forno a 150º o tempo suficiente para cozerem.

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Croissants

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2,5 kg de farinha
250 g açúcar
50 g de margarina
50 g de sal
125 g de fermento padeiro
Água q.b.
5 ovos inteiros
1 dl de leite
mel

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Comece por dissolver muito bem o fermento numa chávena com o leite morno e deixe repousar um pouco.
Peneire a farinha e coloque-a num recipiente, abrindo um buraco ao meio. Adicione o açúcar, a margarina amolecida, o sal e os ovos um a um e vá amassando, acrescentando água necessária para que a massa descole das mãos. Deixe a massa repousar e levedar o tempo necessário, num local quente e seco, cerca de 2 horas. Retire-a do recipiente e amasse-a novamente. Estenda a massa até que fique com cerca de ½ cm e vá cortando triângulos os quais enrola da parte maior para a mais pequena.
Leve-os a cozer ao forno a 180º e depois quando estiverem prontos, pincele-os com mel ou com açúcar em ponto, onde deixou ferver uma casca de limão.

Como sobraram alguns croissants, congelei-os em congelação aberta no primeiro dia e depois passei-os para um saco de congelação. Assim, sempre que a fome aperta sempre dá para matar a saudade.

De referir ainda um pequeno truque: sabemos quando a massa está levedada quando colocamos uma pequena bolinha de massa num copo com água e a mesma vem à tona. A massa está lêveda, como se diz na minha terra.

Na segunda vez que voltei a fazer croissants, em vez de pincelar com mel, fiz a seguinte calda de açúcar: 200 g de açucar, 1 dl de água, e foi a ferver pelo tempo suficiente para obter uma calda espessa, à qual acrescentei uma casca pequena de limão, no último minuto de fervura. Retirei do lume e acrescentei uma colher de sobremesa de mel, e com esta calda pincelei os croissants.

terça-feira, 19 de junho de 2007

Lasanha de carne e legumes

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Ingredientes:

200 g carne vaca picada

200 g de carne de aves (peru, frango) picada
4 salsichas frescas (brasileiras de churrasco)
100 g bacon
½ chouriço de carne
1 cebola média

4 dentes de alho
2 cenouras médias
100 g de ervilhas
½ pimento verde
1 c. sopa salsa picada
1 dl vinho branco

2 dl caldo de cubo de carne
2 c. sopa polpa de tomate
70 g margarina
Sal, pimenta, noz moscada e louro em pó q.b.
12 folhas de lasanha (aprox.)
50 g farinha
7 dl leite
queijo ralado q.b.
50 g margarina em "nozes"

Modo de proceder:

Coza as carnes e enchidos e pique-os, juntando-os todos num recipiente. Faça um refogado com a cebola e alho, e junte a carne, deixando alourar. Adicione a salsa picada, a polpa de tomate, o vinho branco e o caldo de carne. Tempere a gosto e deixe cozer em lume brando cerca de 15 minutos. Retire do lume e reserve.Coza a cenoura partida em quadrados pequenos, as ervilhas e quando estiverem praticamente cozidas junte-lhes o pimento, o qual deverá levar apenas uma fervura. Retire do lume, coe os legumes e reserve também.
Faça o bechamel de seguida: Derreta a margarina, polvilhe com a farinha, mexa e regue com o leite. Deixe cozer suavemente e retire do lume 5 minutos após ferver. Tempere com sal e pimenta.
De seguida, coza as folhas de lasanha, 4 de cada vez, em abundante água temperada com um pouco de sal e com uma noz de manteiga. Depois de cozidas, escorra-as em cima de um pano de cozinha húmido. Coloque num tabuleiro untado com margarina, 2 ou 3 folhas de lasanha, lado a lado. Regue, primeiro com o molho bechamel e depois com a carne e os legumes. Polvilhe com 1 colher de sopa de queijo ralado.Repita as operações até esgotar o molho de carne, os legumes e termine com uma camada de lasanha regada com molho béchamel. Polvilhe com o queijo ralado e a margarina em nozinhas. Leve a gratinar em forno moderadamente quente (200ºC) durante cerca de 45 minutos.


A receita base inspirei-me aqui